quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Dia de bancas de defesa pública de TCC!


07 de dezembro de 2016

TARDE
Sala 1 - 232
14:00
Waleska Sheila Gaspar
A “locomotiva” do Brasil volta seu olhar para o sul: interpretações de O Estado de São Paulo sobre a Revolução Federalista (1893-1895)
Orientador: Dr. Alessandro Batistella
Banca: Dra. Ana Luiza Setti Reckziegel
15:00
Andréia Aparecida Piccoli
O castigo do crime: processos de punições da administração portuguesa no Rio Grande de São Pedro (1810)
Orientador: Dr. Adelar Heinsfeld
Banca: Dra. Ana Paula Lima Tibola
16:00
Djiovan Vinícius Carvalho
Cartografando o patrimônio: a produção historiográfica do patrimônio no Brasil (2000-2015)
Orientador: Dra. Ironita P. Machado
Banca: Ddo. Diego José Baccin
17:00
Caroline da Silva
A propriedade da terra na Justiça Federal do Rio Grande do Sul: mapeamento das desapropriações de terra por interesse social (1960-2009)
Orientador: Dra. Ironita P. Machado
Banca: Ddo. Felipe Berté Freitas
Sala 2 -237
14:00
Vanucia Gnoatto
Fronteiras: as trajetórias migratórias dos colonos rio-grandenses no Paraguai
Orientador: Dra. Rosane Marcia Neumann
Banca: Dr. João Carlos Tedesco
15:00
Kalinka de Oliveira Schmitz
Colonização no Planalto Rio-Grandense: as colônias dos Coqueiros (1928) e Xadrez (1938)
Orientador: Dra. Rosane Marcia Neumann
Banca: Dr. João Carlos Tedesco
16:00
Camila Focchesatto
Uma história ambiental da modernização da agricultura em Nova Bassano: 1970-1990
Orientador: Dr. Marcos Gerhardt
Banca: Ddo. Douglas Orestes Franzen
17:00
Augusto Diehl Guedes
“O Brasil vai para a heresia“: os discursos católicos sobre o pentecostalismo na Revista Eclesiástica Brasileira (1941-1972)
Orientador: Dra. Gizele Zanotto
Banca: Dda. Francielle Moreira Cassol


NOITE

Sala 1 – 230
19:20
Juliana Pivotto
“Outro mundo é possível”! O discurso da TFP sobre o Fórum Social Mundial (2001-2009)
Orientador: Dra. Gizele Zanotto
Banca: Ddo. David Antonio Zanoni
20:20
Aline Aparecida Lazzaretti Kaminski
Sociabilidades e crenças: uma análise do cotidiano da Sociedade Espírita Bezerra de Menezes de Constantina, RS (1970-1998)
Orientador: Dra. Gizele Zanotto
Banca: Ddo. Mateus Tatsch de Mello
21:20
Chaline de Souza
“O sublime papel da mulher”: análise das representações das condições femininas no periódico espírita O Orientador (1948-1958)
Orientador: Dra. Gizele Zanotto
Banca: Ddo. Mateus Tatsch de Mello
Sala 2 – 233
19:20
Leonardo da Silva Martinelli
Festas, bailes e diversão: a sociabilidade da elite no Rio de Janeiro da Corte Portuguesa (1808-1821)
Orientador: Dra. Marlise Regina Meyrer
Banca: Dra. Rosane Marcia Neumann
20:20
Lara Cristiana de Bona Santin
A racional emancipação feminina: o feminismo no jornal O Sexo FemininoO Quinze de Novembro do sexo feminino (1889-1890)
Orientador: Dra. Marlise Regina Meyrer
Banca: Dda. Gabriela Tosta Goulart
21:20
Franciele dos Santos
A militância feminina comunista no Brasil no jornal Momento Feminino
Orientador: Dra. Marlise Regina Meyrer
Banca: Ddo. David Antonio Zanoni
Sala 3  – 235
19:20
Mariana Almeida dos Santos
A neutralidade interrompida: um olhar da imprensa brasileira sobre a Batalha de Coronel na Grande Guerra (1914-1918)
Orientador: Dr. Adelar Heinsfeld
Banca: Ddo. Wanilton Tadeu Dudek
20:20
Felipe Giongo Jardim
O patrimônio imaterial e suas representações em Passo Fundo: a Romaria de São Miguel Arcanjo e a Lenda da Mãe Preta
 Orientador: Dr. Alessandro Batistella
Banca: Dda.Franciele Moreira Cassol
21:20
Juliano Oliveira dos Santos
O processo de formação e os anos iniciais do Sindicato nas indústrias da construção civil e do mobiliário de Lagoa Vermelha / RS – SINTRACOM (1975 a 1990)
Orientador: Dr. Alessandro Batistella
Banca: Dr. Marcos Gerhardt

domingo, 4 de dezembro de 2016

Estudantes de História produzem materiais didáticos

Os acadêmicos do curso de História da UPF, como atividade relativa à disciplina História Contemporânea I, ministrada pela profa. Gizele Zanotto, produziram materiais didáticos para suporte a aulas dos níveis fundamental e médio. A proposta realizada derivou de trabalho coletivo e teve como norte a potencialização de estudo do conteúdo da referida disciplina, que contempla essencialmente a história européia do século XIX.











Os trabalhos foram realizados a partir de temas norteadores, escolhidos pelos estudantes,  que ficaram livres para escolher a produção de materiais em qualquer suporte e formato. Nesse sentido, a diversidade temática e de tipos de materiais foi realizada. 

A produção agora fica disponível aos interessados, que podem acessá-la clicando nos links abaixo ou aqui (abre todos os materiais):


Tema
Material
Grupo
Comuna de Paris
Jogo de Tabuleiro
Áxsel Batistella de Oliveira, Jonas Balzan, Lucas P. Rodrigues e William S. Tonial
Comuna de Paris
Kit didático
Bruna Zardo Becker, Flávia Regina Coldebella e Tiago Vinícius Bonhemberger
Darwinismo
Jogo das Culturas
1. Roleta (em breve)
Êmily Barbosa Rodrigues, Hérica de Matos Frandoloso e Jeferson Sabino
Darwinismo
Guia ilustrado
(em breve)
Juliana Frison, Thainara Lopes e Fabiane da Costa
Imperialismo e Neocolonialismo
Guia Iconográfico
André de Souza Pereira, Bruna Telassim Baggio e Rosani Maria Martinelli Nunes
Mulheres no século XIX
Dominó
Dara Filipin, Natália Vanelli, Natália Pasinatto e Márcia da Silva
Psiquiatria
Material de apoio
Bruno Vidaletti Brum, Rafael Granville de Oliveira, Filipe de Moraes e Patrick Nunes
Romantismo
Guia Literário
Eduardo Sartoretto, João Francisco, Patrick Carvalho e Marcos Oliveira
Unificação Italiana
Jogo de Roleta
Patrícia Vivian, Carla Foiatto, Isaldir Caus e Liliane Chichelleiro


1941 - É dada a ordem para o bombardeio a Pearl Harbor

Max Altman | São Paulo - 03/12/2016
Em 3 de novembro de 1941, a esquadra japonesa aeronaval recebeu a Ordem Ultra-Secreta nº 1: dentro de 34 dias, a base de Pearl Harbor deve ser bombardeada, assim como a Malásia, as Índias Orientais holandesas e as Filipinas.

As relações entre os Estados Unidos e o Japão vinham se deteriorando rapidamente desde a ocupação da Indochina pelos japoneses em 1940 e a implícita ameaça às Filipinas, então um protetorado norte-americano, com a ocupação da base naval de Cam Ranh distante apenas 13 quilômetros de Manila.
A retaliação de Washington incluía o sequestro de todos os ativos japoneses nos EUA e o fechamento do Canal do Panamá para os navios de bandeira japonesa. Em setembro de 1941, Roosevelt emitiu uma declaração, preparada com a colaboração do primeiro-ministro britânico, Winston Churchill, em que ameaçava declarar Guerra ao Japão caso Tóquio invadisse qualquer outro território no Sudeste da Ásia ou no Pacífico Sul.
Wikicommons

Explosão de um torpedo disparado contra o USS West Virginia, vista a partir de um avião japonês
Há muito tempo os militares japoneses vinham comandando os negócios estrangeiros do país. Apesar das negociações entre o Secretário de Estado norte-americano e seu colega japonês para aliviar as tensões, Hideki Tojo, ministro da Guerra, que logo em seguida seria guindado pelo imperador Hiroito ao posto de primeiro-ministro, manifestava publicamente não ter intenções de se retirar dos territórios ocupados. Chegou também a considerar a declaração do presidente Roosevelt de ameaçar ir à guerra como um ultimato para preparar e desencadear o primeiro ataque no confronto nipo-americano que se avizinhava: o bombardeio à base aeronaval norte-americana no Pacífico, Pearl Harbor.
Desse modo, Tóquio soltou a ordem secreta a todos os comandantes de esquadra pertinentes de que não só os EUA e seu protetorado, as Filipinas, mas também as colônias britânicas e holandesas no Pacífico, deveriam ser atacadas.
Com essa decisão, o império nipônico trouxe oficialmente para a Segunda Guerra Mundial naquela área do globo os EUA, que até então vinham se mantendo afastados militarmente da conflagração mundial até mesmo do teatro de operações da Europa e África.
Fonte: Opera Mundi

1924: Feira de Radiodifusão em Berlim

Em 4 de dezembro de 1924 foi aberta a primeira Feira de Radiodifusão de Berlim, com a apresentação dos modelos mais recentes do então novo veículo de comunicação.
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Receptor de 1933, usado pelos nazistas como instrumento para difundir propaganda
Os programas de rádio na Alemanha começaram a ser transmitidos regularmente em outubro de 1923. O conteúdo se assemelhava ao dos cinemas: informação e entretenimento.
Nos Estados Unidos, os fortes conglomerados eletroeletrônicos haviam assumido o meio de comunicação rádio já em 1919. Sete anos mais tarde, tinham acesso a cinco milhões de lares e, em 1927, introduziram os anúncios comerciais para financiar a programação.
Na Alemanha, decidiu-se que os ouvintes pagariam pelo serviço prestado pelas emissoras. Em 1924, foi instituída a taxa mensal de dois Reichsmark (a moeda alemã na época) para quem ouvia os programas. O grande problema de quem pretendia acompanhar o novo veículo de comunicação era o alto preço do aparelho. Era comum que eles fossem construídos em casa.
Poder do rádio
A fim de regulamentar esta situação e unificar os interesses de empresários e radialistas, foi criada em 15 de maio de 1925 a Reichs-Rundfunkgesellschaft (Sociedade de Radiodifusão do Reich), sediada em Berlim.
Em 1930, o rádio já era um poderoso meio de comunicação social na Alemanha, com cerca de 30 mil funcionários e colaboradores em 28 emissoras, operando em dez cidades alemãs para produzir programas diários para nove milhões de ouvintes.
Herbert Antoine foi um dos organizadores da primeira Feira de Radiodifusão de Berlim, aberta a 4 de dezembro de 1924. Como a cidade só dispusesse de dois galpões onde aconteciam exposições de automóveis, foi construída especialmente a Casa da Indústria Radiofônica, com uma área de sete mil metros quadrados.
O começo
Para garantir o entretenimento dos 114 mil visitantes da 1ª Feira de Radiodifusão, os pioneiros alemães do rádio improvisaram um estúdio rudimentar, para que o público tivesse uma ideia de como funcionava o rádio. A primeira edição da feira teve a participação de 404 expositores.
Devido ao grande êxito desta primeira mostra de radiodifusão, seguiram-se várias outras, iniciando uma tradição que prossegue ainda hoje, depois de uma interrupção devido à Segunda Guerra Mundial.
Em 1926, foi inaugurada a famosa torre de telecomunicações na capital alemã e, em 1928, já se faziam experiências com a transmissão de imagens. Um ano mais tarde, foram apresentadas na exposição as primeiras imagens mudas num aparelho que representava os primórdios da televisão.
Instrumento de propaganda
Em 1932, o rádio alemão perdeu a independência, sendo estatizado. Um ano mais tarde, os nazistas assumiram o poder e passaram a usar a radiodifusão como instrumento de propaganda, produzindo e distribuindo milhões de aparelhos de rádio baratos entre a população.
A sensação da última Feira de Radiodifusão antes da Segunda Guerra, em 1937, foram as primeiras experiências com a televisão colorida.
Em 1950, aconteceu a primeira feira depois do pós-guerra, na cidade de Düsseldorf. Para Berlim, a exposição retornou em 1971, assumindo seu caráter internacional. (rw)

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Confraternização dos alunos de História - agende-se!


1903: Primeiro faroeste no cinema

No dia 1º de dezembro de 1903 foi apresentado em Washington, nos Estados Unidos, o primeiro faroeste da história do cinema. "O Grande Roubo do Trem", de Edwin S. Porter, tinha apenas nove minutos de duração.
Der große Eisenbahnraub (picture-alliance/Mary Evans Picture Library)
O inventor americano Thomas Alva Edison foi o primeiro a fazer experimentos com imagens em movimento. Na Europa, os irmãos Auguste e Louis Lumière criaram a câmera de vídeo e, em dezembro de 1895, promoveram a primeira sessão pública, em Paris, com a exibição de dez filmes. A sucessão de imagens projetadas na tela contava histórias: era o nascimento do cinema.
Por serem mudos, os primeiros filmes podiam ser vistos em qualquer parte do mundo. Em pouco tempo, a invenção europeia conquistou o Novo Mundo.
Enredo rudimentar
As cópias eram feitas no laboratório de Thomas Edison, onde trabalhava um certo Edwin S. Porter. O assistente de laboratório sabia editar fitas e manejar câmeras. Além disso, e o mais importante, possuía talento. Sua ambição era produzir um filme próprio, um filme norte-americano. No começo de dezembro de 1903, estreou, então, The Great Train Robbery (O Grande Roubo do Trem).
Sabine Gottgetreu, do Instituto de Ciências de Teatro, Cinema e Televisão de Colônia, conta que o filme tem entre nove e onze minutos, dependendo da versão. Apesar de rudimentar, narra uma história.
Porter retratou um acontecimento que todo americano podia entender naquela época. A ferrovia, que estava se instalando de leste a oeste do país, era uma questão de honra dos Estados Unidos no final do século 19. Não só transportava tudo o que fosse importante, mas também era o alvo preferido dos gângsteres. Ladrões como Jesse James, Sam Bass e Bill Doolin foram os personagens da história criminal na década de 1870.
"Happy end"
Agora, o público podia ver o que antes lia no jornal. Um bando de ladrões domina um chefe de estação, para o trem, rouba os passageiros e some. Mas não podia faltar um final feliz. A gangue foi cercada num bosque e presa.
Já nos seus primórdios, o faroeste incluiu personagens e elementos inconfundíveis: caubóis, cavalos, mulheres de saloon e muita natureza. Os nomes dos atores deste novo gênero que aí se iniciou, entretanto, não foram mais resgatados, pois o filme não tinha legenda nem caracteres. O cinema em si fascinava tanto que não precisava de estrelas, conclui Sabine Gottgetreu.
  • Autoria Catrin Möderler (rw)
  • Link permanente http://dw.com/p/2qWi

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

1978 - Ativista por direitos LGBT Harvey Milk é assassinado em São Francisco


Morto logo após o prefeito George Moscone, ativista tornou-se ícone da luta pelos direitos dos homossexuais
Harvey Bernard Milk, político e ativista gay norte-americano, é assassinado em São Francisco em 27 de novembro de 1978 por Dan White, ex-supervisor municipal, que renunciara e desejava voltar ao posto. No atentado também morreu o prefeito da cidade, George Moscone. Milk foi a primeira pessoa abertamente gay a ser eleita para um cargo público na Califórnia, também como supervisor da cidade de São Francisco.

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Depois de suas experiências com a contracultura dos anos 1960, Milk mudou-se de Nova York para fixar residência em São Francisco em 1972, em meio a uma migração de homossexuais que se deslocaram para o bairro gay Castro na década de 1970. Tirou vantagem do crescente poder político e econômico do bairro para promover seus interesses, candidatando-se sem sucesso por três vezes para cargos políticos. Suas campanhas teatrais deram-lhe crescente popularidade e Milk conquistou um assento como supervisor da cidade em 1977, em meio a mudanças sociais amplas que a cidade enfrentava.

Milk exerceu o mandato por onze meses e foi responsável pela aprovação de uma rigorosa lei sobre direitos gays para a cidade. Apesar da sua curta carreira política, ele se tornou um ícone em São Francisco e "um mártir dos direitos gays", de acordo com o professor da USF (Universidade de São Francisco), Peter Novak. Em 2002, Milk foi chamado de "o mais famoso e mais influente político abertamente LGTB jamais eleito nos Estados Unidos".

Existem várias obras em homenagem a Milk, dentre as quais um documentário de 1984 premiado com o Oscar. Em 2008 foi lançado o filme “Milk”, contando a trajetória de Harvey, da chegada a São Francisco à sua morte. Dirigido por Gus Van Sant, com Sean Penn no papel principal, recebeu oito indicações para o Oscar, vencendo na categoria de Melhor Ator e Melhor Roteiro Original.
Em 10 de novembro de 1978, dez meses depois de empossado, White renunciou ao mandato no Conselho de Supervisores, alegando que o salário anual de 9.600 dólares não era suficiente para sustentar sua família. Milk também havia sentido o aperto da diminuição de seus rendimentos quando ele e Scott Smith foram forçados a fechar a Castro Camera. Poucos dias depois, White solicitou seu mandato de volta e o prefeito Moscone inicialmente concordou.

No entanto, análise mais aprofundada convenceu o prefeito a nomear alguém mais afeito à crescente diversidade étnica do distrito e às inclinações liberais do Conselho de Supervisores. 
Em 18 de novembro daquele ano, noticiou-se o assassinato do deputado federal pela Califórnia Leo Ryan, que estava em Jonestown, Guiana, no famoso palco do massacre comandado pelo fanático religioso Jim Jones, quando 914 dos fiéis da seita "Templo do Povo" ingeriram veneno ou receberam tiros na cabeça.

O episódio horrorizou a população de São Francisco. Dan White comentou com assessores as notícias dos jornais: "Vejam vocês! Um dia eu estou na capa e no próximo sou imediatamente varrido".


Objetos pessoais de Milk no Museu de História LGBT, em São Francisco

Moscone planejava anunciar a substituição de White dias depois, em 27 de novembro de 1978. Meia hora antes da coletiva de imprensa, White entrou na prefeitura por uma janela do porão a fim de evitar os detectores de metal, dirigindo-se ao gabinete de Moscone. Testemunhas ouviram discussão entre White e Moscone e em seguida, tiros. White disparou no prefeito, uma vez no braço e três vezes na cabeça com Moscone caído ao chão. White encaminhou-se rapidamente para o seu antigo escritório, recarregando seu revólver. Interceptou Milk, pedindo-lhe para entrar por um momento. Dianne Feinstein ouviu tiros e chamou a polícia, que encontrou Milk de bruços no chão, atingido cinco vezes, inclusive duas vezes na cabeça à queima-roupa.

Feinstein anunciou à imprensa, "Hoje São Francisco sofreu uma dupla tragédia de imensas proporções. Como presidente do Conselho de Supervisores, é meu dever informá-los de que tanto o prefeito Moscone como o supervisor Milk foram baleados e mortos", acrescentando em seguida: “O suspeito é o supervisor White”. Milk estava com 48 anos e Moscone, com 49.

Uma hora depois, White telefonou à mulher que com ele se encontrou numa igreja, acompanhando-o à delegacia onde se entregou.

Naquela noite, uma reunião espontânea começou a se formar na Rua Castro movendo-se em direção à prefeitura numa vigília com velas. A multidão foi estimada entre 25 e 40 mil, tomando toda a Rua Market, estendendo-se por quase 3 km. No dia seguinte, os corpos de Moscone e Milk foram levados para a rotunda da prefeitura. Seis mil pessoas consternadas assistiram à cerimônia fúnebre em louvor a Moscone na Catedral St. Mary's. Duas cerimônias foram prestadas a Milk; uma pequena no Templo Emanu-El e outra mais agitada no Teatro Municipal de São Francisco.

White, por sua vez, foi condenado a sete anos de prisão por homicídio voluntário. Voltou à cidade em 1985, onde se suicidou.
Fonte: Opera Mundi

domingo, 27 de novembro de 2016

Acadêmicos de História produzem material sobre da história do futebol em Passo Fundo


Um grupo de acadêmicos do IV nível do curso de História criaram uma página no facebook, intitulada “Futebol na rede: a história do esporte na cidade de Passo Fundo”, como resultado do trabalho desenvolvido na disciplina de Prática e Estágio em Arquivos e Museus, sob a orientação dos professores Alessandro Batistella e Marcos Gerhardt.
Em parceria com o Museu Histórico Regional (MHR), os acadêmicos criaram uma espécie de “museu virtual”, onde apresentam o resultado de suas pesquisas sobre o futebol na cidade e algumas imagens e objetos que fazem parte do acervo do MHR.
O trabalho desenvolvido pelos acadêmicos Alisson Pinheiro, Bibiana Vargas, Deividi Pires, Gabriel Vieira e Janaína Langaro foi apresentado aos estudantes da Escola Estadual Protásio Alves no dia 23 de novembro.

Para conhecer um pouco mais sobre o trabalho, acesse:  https://www.facebook.com/FutebolNaRedePassoFundo/