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segunda-feira, 23 de maio de 2011

1934: Assassinato de Bonnie e Clyde

No dia 23 de maio de 1934, os dois famosos criminosos norte-americanos, procurados em todos os EUA, foram mortos num tiroteio com a polícia em Louisiana.
Clyde Chestnut Barrow, ou, como preferia se apresentar, Clyde Champion Barrow, nasceu em Teleco, no Texas, em 1909, e começou a carreira criminosa roubando um peru, aos 16 anos. Logo seguiram-se os furtos em lojas, residências e o roubo de um carro.

Bonnie Parker nasceu em 1910. Aos 18 anos, já tinha um casamento fracassado (ela se casara aos 16). Na escola, havia sido premiada várias vezes por escrever poesias e peças de teatro. Os dois conheceram-se em 1928, provavelmente na casa de uma amiga comum.

Dali a pouco dias, Clyde foi preso e condenado a dois anos de reclusão. Ela contrabandeou um revólver para dentro da cela, ajudando-o a fugir. Poucas semanas depois, no entanto, ele voltou a ser preso e, desta vez, condenado a 14 anos de cadeia.

O casal, que entrou para a história como "Bonnie & Clyde", ficou famoso na época da depressão econômica por assaltar bancos e postos de gasolina. Ficaram conhecidos não só pela carreira criminosa de gângsteres e talento para fugir da polícia, como também pelo romance entre os dois, que fascinou o mundo.

Brutalidade e fascinação

Bonnie saiu da prisão em 1932, depois de dois anos de reclusão. Foi a partir daí que surgiu o casal Bonnye & Clyde. A chamada Bloody Barrow Gang fazia tremer o comércio: sinônimo de brutalidade impiedosa, mas também vista como um sinal de revolta contra a miséria, em tempos de crise. Em 1932 houve o primeiro assassinato. Os gângsters começaram a ser perseguidos por todo o território pela polícia norte-americana.

A gangue entrou em fuga permanente, roubando cada vez mais carros e cada vez mais fortemente armada. Seguiram-se 14 assassinatos e várias escapadas espetaculares dos cercos da polícia. Todo o país acompanhava os passos do bando.

No começo do ano de 1934, Bonnie e Clyde libertaram três companheiros de gangue da prisão. Foi o diretor desse presídio, Frank Hamer, que armou a armadilha mortal contra a dupla.

Ele fez contato com o pai de um dos rapazes da gangue e acenou com chances de impunidade, se este colaborasse na prisão da dupla. O golpe deu certo. Acreditando tratar-se de uma pane no carro do cúmplice, Bonnie e Clyde pararam para socorrê-lo, e foram atacados por seis francoatiradores. A salva de tiros acabou com suas vidas, mas iniciou uma lenda.
Jens Teschke (rw)
Fonte: DW-World.de

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