terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Os kaingang em documentário

Lançar um olhar sobre a vida do índio em sociedade. Os direitos, a cultura, a identidade. Essa é a proposta de um trabalho de alunos e professores de Passo Fundo. Com os olhos na história, lentes da câmera e entrevistas, os estudantes documentaram a organização de uma aldeia indígena de Campo do Meio, que fica próxima ao município de Mato Castelhano.

2 comentários:

Anônimo disse...

A faculdade e tao boa que mente: nao e uma aldeia indigena ! Um cacique sujo na policia se esconde no meio de uma vila e diz que e aldeia ?? Faculdade de mudar a historia, isso sim..

Anônimo disse...

Parabéns pelo trabalho e pela reportagem.A história muda com o tempo, hoje o Kaingang não tem mais as matas para preservar suas tradições porque o fazendeiro derrubou tudo, hoje, o peixe no rio é escasso, porque o veneno da agricultura matou todos os peixes, hoje as casas dos Kaingang não podem mais ser de palha e Guajuvira porque as árvores foram todas derrubadas e a palha roçada pra plantar soja, cana. Como poderia então o Kaingang manter seus costumes se nem a terra o Kaingang tem mais, porque o colono expulsou ele e matou os antepassados. Então por isso, o Kaingang busca recuperar a sua terra, para reparar a natureza que o fazendeiro latifundiário devastou jogando veneno matando os rios e cortando a mata e desrespeitando o codigo florestal. A quem interessa essa conversa mentirosa de que o aldeiamento de Campo do Meio não é uma formação de aldeia, se eles preservam suas tradições, sua lingua, seus rituais?