quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Egressa da UPF realiza exposição sobre a vida da Comunidade Váycupry
















    Por: Assessoria de Imprensa
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  • Fotos: Divulgação
Trabalhos estão no Museu Olívio Otto, em Carazinho, onde permanecem até 2017
A ideia de fazer a exposição surgiu depois que o projeto “Retratos de uma sociedade interétnica” foi contemplado pela Fundação Civita, no Premio Educação Nota Dez. Com a premiação, a egressa do curso de História da Universidade de Passo Fundo (UPF) Bruna Anacleto e o fotógrafo Felipe Granville aceitaram o convite do Museu Olívio Otto, de Carazinho, para promover a exposição que retrata a vida da comunidade indígena Váycupry. 
Segundo Bruna, o principal objetivo dessa exposição é transformar uma mostra fotográfica itinerante em um grande recurso de visibilidade, por meio das imagens às comunidades indígenas kaingangs da região, especificamente a Comunidade Váycupry em Carazinho. A intensão é mostrar os cotidianos, suas relações culturais e artísticas através dos artesanatos, a mobilidade e a resistência. “As pessoas encontram na exposição uma série de retratos, já que Kãgran em kaingang significa retrato. Os materiais buscam mostrar com sensibilidade a vida contemporânea dos povos indígenas da região, voltados para o estudo do caso da Comunidade Kaingang Váycupry”, explica. 
A exposição conta com seis painéis de fotografias divididos por assunto: lideranças, retratos, grafismos, vivências, festividades e a escola indígena instalada na comunidade, além de uma série de materiais arqueológicos que compõem o acervo do museu, bem como a produção artesanal atual da comunidade, que expressa, nas produções, histórias e vivências.
Formas de enxergar
Formada em 2013, Bruna teve na graduação a oportunidade de aprender várias formas de enxergar o processo do ensino e da aprendizagem, principalmente pelas ações realizadas no Pibid História. “Com as relações e as interações entre professores, futuros professores, alunos e escolas, pensando em maneiras de conquistar aprendizagens significativas e capazes de modificar a sua realidade, aprendemos a ver esse cenário com outros olhos. Me sento muito a vontade em expressar minhas ideias e acredito que a continuidade nos estudos, além de crescimento profissional, também me traz crescimento pessoal”, ressalta, pontuando que voltou para a UPF para fazer o Mestrado em História.
Bruna já trabalha na finalização da produção documental sobre a Comunidade, com possibilidade de lançamento para o início de 2017.
Serviço
A mostra ficará na Sala de Exposição Temporária até o início de 2017.
O Museu Olívio Otto funciona de terça a sexta-feira, das 8h30min às 11h30min e das 14h às 17h. Aos sábados, das 14h às 17h.

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